Ei, galera, tudo na paz? Meu nome é Rogério, tenho 29 anos, e vou contar uma história louca que rolou há uns três meses e ainda tá rolando. Eu tinha arrumado um trampo maneiro numa loja chique de roupas íntimas masculinas e femininas, que pagava bem pra caramba, lá no centro de São Paulo.
O horário normal acabava às 20h, mas como eu era o novato, ficava até as 22h organizando tudo. O dono, seu Felipe, ficava na loja de manhã, e a dona Teresa cuidava do fechamento. Ele tinha outra loja de roupas de festa no centro da cidade.
No fechamento, ele vinha buscá-la. A gente era em quatro funcionários: eu, o Tadeu e a Cláudia no atendimento, e o Fernando no caixa.
A dona Teresa é uma gata pra caralho, uma loira com olhos verde-claros, cabelos longos e dourados, sempre elegante e cheirosa, com um corpão de dar tesão só de olhar. Ela é super gente boa com os funcionários, tem 50 anos, mas parece ter uns 40 no máximo.
Já o seu Felipe não fica pra trás: um cara bonitão, alto, elegante, sério e reservado, um alemão careca com um corpo sarado e musculoso pra cacete.
Eu já tava trabalhando lá há uns cinco meses quando, num sábado no fechamento, ela me chamou na sala dela e pediu pra eu ligar e pedir uma pizza e refri pra nós dois.
A gente ficou lá comendo, e ela disse que tava a fim de uma cerveja. Eu ri, achando que era zoeira, mas não: pediu pra eu ligar de novo e pedir meia dúzia de cervejas. Ficamos batendo papo, e quando eu disse que ia terminar meu serviço, ela mandou deixar pro dia seguinte e ficar bebendo com ela.
Ela me olhou nos olhos e disse: “Posso te perguntar uma coisa, Rogério?”
Eu respondi: “Claro, dona Teresa!”
Ela continuou: “É uma pergunta bem íntima!”
Eu: “Tudo bem!”
Ela: “Você é casado?”
Eu: “Sim, sou!”
Ela: “E ela é bonita? Pra você, ela é linda?”
Eu: “Eu acho que sim, pra mim ela é muito gata!”
Ela: “Quantos anos vocês tão juntos?”
Eu: “Cinco anos!”
Ela: “Tem filhos?”
Eu: “Não, ainda não!”
Ela: “E a vida sexual de vocês, é ativa? Tipo, rola todo dia?”
Eu: “Haha, sim, normal!”
Ela: “E na hora H, rola de tudo?”
Eu: “Como assim, dona Teresa?”
Ela: “Fazem de tudo: oral, anal?”
Eu: “Sim, normal!”
Ela: “Ah, sei!”
Ela prosseguiu: “É, o Lipe não faz oral em mim!”
Eu: “É mesmo? (perguntei fingindo interesse, mas a curiosidade tomando conta)”
Ela: “Mas eu gosto muito, Rogério!” (Espera, aqui eu quis dizer que eu gosto, mas ela entendeu como se fosse sobre mim. Corrigi no papo: “Quer dizer, eu gosto muito de fazer!”)
Ela: “E ela também!”
Ela: “Posso te contar uma intimidade minha?”
Eu: “Claro!”
Ela: “Eu e o Lipe não transamos há mais de quatro meses, nada mesmo!”
Eu: “Humm, mas ele parece um cara bem ativo!”
Ela: “É sim, mas é que ele… que vergonha, haha… ele quer fazer um ménage com outro cara!”
Eu: “É, tem casais que curtem isso!”
Ela: “E você?”
Eu: “Eu nunca fiz!”
Ela: “Mas teria vontade ou curiosidade?”
Eu: “Acho que sim, seria interessante!”
Ela: “Sei, sei…”
Ela: “Sabe, Rogério, você é um cara interessante pra caralho, bonitão, discreto, charmoso… e acredito que deve ter um pauzão, né? Haha, você tá me entendendo?”
Eu: “Humm, não sei!”
Ela: “Estou dizendo que você deve ter um pau grande!”
Eu: “Haha, dona Teresa, acho que é normal!”
Ela: “Humm, normal como?”
Eu: “Bah, dona Teresa, não sei certo!”
Ela: “Mas quanto você imagina?”
Eu: “Acho que uns 18, 19 cm!”
Ela: “Sério, Rogério?”
Eu: “É, acho que sim!”
Ela: “Parabéns, parabéns pra sua esposa!”
Ela: “Então, Rogério, se eu te fizer uma proposta, você não vai ficar chateado comigo?”
Eu: “Acho que não, tenho certeza!”
Ela: “Não me interpreta mal, tá?”
Eu: “Tudo bem!”
Ela: “Se você não aceitar, nada muda aqui na loja. Pelo contrário: a partir do dia primeiro, você ganha 10% a mais. Mas se aceitar, ganha 30% a mais por fora!”
Eu: “Humm, tô gostando! KKKKKKKKKKKKKK.”
Ela: “É, acho que você vai gostar muito mais!”
Eu: “Espero! KKKKKKKKKKKKK.”
Ela: “Então, Rogério, eu e o Lipe estamos procurando alguém de confiança pra realizar duas fantasias sexuais nossas, e você se encaixa perfeitamente.”
Eu: “Bah, dona Teresa! Que loucura!”
Ela: “Vamos fazer o seguinte: bebemos essas cervejas, depois você me leva em casa e continuamos a conversa. Pode ser?”
Eu: “Hoje até dá, é que a Ana tá de plantão no hospital!”
Ela: “Humm, ela é técnica?”
Eu: “Não, ela é da limpeza!”
Ela: “Ah, sei! E que horas ela chega em casa?”
Eu: “Na verdade, dona Teresa, ela sai às 7 da manhã, mas depois vai na casa da mãe dela!”
Ela: “Humm, então você tá livre essa noite?”
Eu: “É, hehehehehe, tô sim!”
Ela: “Então, vamos pra minha casa?”
Eu: “Mas e o seu Felipe?”
Ela: “Ele vai estar lá!”
Eu: “Mas ele… você sabe!”
Ela: “Haha, Rogério, ele sabe que eu ia falar com você. Na real, faz dias que tô esperando essa oportunidade.”
Eu: “Ah, entendi. Então vamos!”
Quando chegamos na casa dela, fiquei impressionado com o luxo: uma mansão enorme e bonita. Ela disse pra eu ficar à vontade.
Segundos depois, o seu Felipe chegou. Ele me olhou e perguntou, sério: “O que você tá fazendo na minha casa?” Nisso, ela chega, dá um beijo nele e sussurra algumas coisas em seu ouvido. Ele me olha, sorri e diz: “Você é bem-vindo na minha casa!” Aperta minha mão, me dá um abraço e pergunta: “Quer beber alguma coisa?” Eu falei que tava bem, mas ela diz: “Ele gosta de cerveja.” Ele dá outro beijo nela e vai buscar.
Eu e ela ficamos na sala, e ela diz: “Rogério, pensa assim: você hoje é nosso convidado especial, fique bem à vontade mesmo!” Logo ele volta com as cervejas e duas taças. Ela diz que vai tomar um banho e já volta. Ele fica me olhando com um sorriso safado e diz: “Então, Rogério, já faz uns dias que a gente tava pensando em te chamar aqui.”
“Você gosta de músicas?” Eu: “Sim, sim!” Ele: “Humm, acho que você curte dance internacional, né?” Eu: “Bah, seu Felipe, você realmente conhece bem as pessoas!”
Ele colocou uma música do Imagine Dragons e apagou algumas luzes.
Ele tava sentado na minha frente, sempre me olhando com sorrisos safados.
Ficamos falando de coisas eróticas e fantasias. Ele perguntou: “Você tem alguma fantasia?” Eu, meio nervoso, disse: “Tenho muitas, mas nunca realizei nenhuma.”
“Rogério, qual das peças masculinas da loja você mais gosta?”
“O senhor tá falando das cuecas?” Ele: “Sim!”
“Acho todas muito legais!”
“Entendo, mas diz três delas!” Eu: “Humm, a Lupi branca, a Textex preta e a King Underwear.”
“Humm, bom gosto, hein? São as mais caras!”
“É verdade! Então você vai ganhar uma de cada cor!” Eu: “Sério, seu Felipe?” Ele: “Sim! Espera um minutinho que vou buscar!” Quando voltou, me deu oito peças e disse: “Posso te pedir uma coisa?” Eu: “Claro!” Ele: “Experimenta uma!” Eu: “Bah, sério?” Ele: “Sério! Onde fica o banheiro?”
“Não, troca aqui mesmo!” Eu: “Mas a dona Teresa?” Ele: “Tranquilo, pode ficar tranquilo!” Eu tava entrando no jogo deles e sabia que a qualquer momento ia rolar algo. Tirei a camisa e a calça, ficando de cueca. Ele só me olhava e sorria. Quando abaixei a cueca, ele ficou me olhando direto. Peguei uma e vesti. Ele disse: “Ficou muito legal!” Nisso, ela chega, me vê de cueca, dá um sorriso discreto e diz: “Você ficou muito bem, que corpo, Rogério!”
Ela: “Ei, Lipe, ele é muito bonitão mesmo, né?”
Ele me olhou e disse: “Realmente, você tem um corpo muito legal…”
Eu disse que ia no banheiro trocar, mas ela: “Pode ficar assim mesmo!”
Tomei coragem e disse: “Então, seu Felipe, agora o senhor poderia experimentar uma também!” Ela me olhou, deu uma risadinha e disse pra ele: “Verdade, amor, você também tem que experimentar uma, mas você, Rogério, vai escolher pra ele!” Ele deu um beijo nela e disse: “Você é muito safada!” Ela: “Você sabe disso!” Nós três rimos juntos.
Ele tirou a gravata, a camisa, os sapatos e a calça. Quando vi ele de cueca, fiquei impressionado com o corpo dele: bonitão, perfeito, musculoso e bem peludo.
Quando tirou a cueca, fiquei boquiaberto com o tamanho do pau dele: enorme, grosso e cabeçudo, um pouco maior que o meu.
Eu e ele nos olhamos, e ele disse pra ela: “E você, Tete? Qual de nós você acha mais bonito?” Ela sorriu e disse: “Os dois são lindos!”
“Então, Rogério, qual é a sua fantasia que você nunca realizou?”
Pensei e sorri: “Uma é brincar com um casal!” Eles se olharam e sorriram. Ele: “E a segunda?” Eu: “Bah, essa eu prefiro não falar ainda!”
“Ah, sei! E tem outra?” Eu: “Sim, é fazer uma dupla penetração!”
“São todas excitantes pra caralho. E se a gente realizar elas pra você hoje, você realiza as nossas?” Ela se levantou pra trocar a música. Eu olhei pra ele, que tava acariciando o pau. Eu disse que era segredo nosso. Ele: “Com certeza, só entre nós três.” Sorri e disse: “Faço todas, se for segredo nosso.”
Ela sentou do meu lado e começou a acariciar meu pau por cima da cueca, ele olhando e tocando o dele. Aí ela tirou meu pau pra fora e começou a chupar, “ela gemendo gostoso um Mmmmfff…”, eu já tava duro pra caralho. Ele se levantou, ficou peladão e sentou do meu outro lado, batendo punheta. Aí pegou minha mão e levou pro pau dele. Eu nunca tinha feito isso, mas tava gostando pra cacete.
Ela mudou de posição e começou a chupar o do seu Felipe, “Hmmmmfff hmmmfff hmmmfff…”, eu batendo punheta. Ficamos nessa curtição uns minutos. Ela perguntou: “Você precisa usar camisinha?” Eu, já louco de tesão, disse: “Não precisa.” Ela tirou a roupa e sentou no meu pau, de frente pra mim, galopando gostoso. Ele subiu no sofá e ela chupando o dele enquanto quicava no meu. Ela gemia alto: “Ahhh! Que delícia!”, gritava e chupava sem parar.
Ele desceu e se encaixou atrás dela, metendo junto comigo na buceta dela. Ela me beijando, ele me olhando de perto. Aí ele enfiou o dedo na minha boca, fazendo eu chupar. Ela tava enlouquecida, “Uhhh! Fode mais!”, ele socando sem parar. Ela disse: “Vou gozar!” Ficamos com os dois paus atolados nela, sentindo ela tremer.
Ele saiu e disse: “Vamos subir pro quarto.” Ela foi pro banho, e nós dois pra banheira. Ficamos lado a lado. Ele disse: “Faz tempo que a gente tava esperando isso.” Ele se levantou na minha frente, pau ainda duro. Disse: “Se quiser, pode chupar.” Eu nunca tinha feito, mas o clima tava foda. Aos poucos, aproximei a boca e comecei a chupar, “Mmmmfff…”, ele segurando minha cabeça e metendo até o fundo. Aí gozou, eu tentei parar, mas ele não deixou, acabei engolindo toda a porra dele, ofegante.
Ficamos lado a lado, e ela saiu do banheiro. Ele ficou no meio e mandou ela ficar de quatro na borda da banheira. Disse pra mim: “Mete nela.” Me levantei, me encaixei atrás e comecei a socar sem parar na buceta dela, “Plaft! Plaft!” dos tapas. Ele sentado do lado, batendo punheta. Minutos depois, eu gozei forte dentro dela. Ele sorriu e perguntou: “Vai ficar com a gente?” Eu: “Sim!”
Ela disse que ia pra sala de vídeos descansar. Ele me olhou e perguntou: “Quer beber algo?” Eu: “Preciso de algo forte, tipo whisky.” Ele trouxe uma garrafa, ficamos bebendo. Aí disse: “Gostaria de foder seu cu.” Eu: “Nunca fiz isso.” Ele: “Vou ter paciência, se doer muito, paro.” Eu tava com tesão de experimentar, fiquei de quatro na borda da banheira. Ele lubrificou bem e foi metendo devagar, tirando e botando a cabeça, até enfiar tudo. Doía pra caralho, mas aguentei. Ele começou a socar forte, empurrando mais fundo a cada vez – acho que o lubrificante tinha anestésico. Socou uns 20 minutos sem parar, até gozar dentro do meu cu.
Depois, ficamos deitados na cama, e eu chupei ele de novo, “Mmmmfff…”, até gozar na minha boca.
Hoje, ele também tá fodendo minha mulher, mas a dona Teresa não sabe. Eu sou praticamente o gerente da loja, e ele me leva pra casa dele sozinho às vezes. Mas essas são histórias para outra ocasião.
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